O ‘day after’ de Gaza

Cessar-fogo traz alívio temporário a Gaza, mas o futuro político e a reconstrução seguem incertos sob Netanyahu Por Edoardo Pacelli  – 15:58 – 17 de outubro de 2025 Em Gaza, o espectro da guerra continua a pairar. Por mais difícil que tenha sido alcançar um cessar-fogo, que levou à libertação de reféns israelenses e prisioneiros palestinos, o caminho para a paz e a eventual reconstrução será longo e árduo. Muitas coisas ainda precisam ser resolvidas, e há muitos motivos para ceticismo. Mais do que a devastação e o luto, o que resta a ser superado é, acima de tudo, o terrível ódio mútuo. Há medo do risco de ataques terroristas e da desestabilização em Gaza pelo Hamas. Não se pode desmantelar um grupo terrorista com milhares de combatentes, túneis e todo tipo de armamento da noite para o dia. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Majid al Ansari, foi explícito em entrevista à Fox News, declarando: “Devemos ser realistas: esta foi uma guerra de dois anos, mas seus efeitos continuarão por décadas.” Trump aproveitou a oportunidade para dizer ao Knesset, o Parlamento israelense, que “este não é apenas o fim de uma guerra, é o fim de uma era de terror e morte”, mas não disse o que teme que aconteça após a libertação dos reféns israelenses. O “dia seguinte” em Gaza está causando ansiedade em todos e, nos bastidores das autocelebrações de Trump, autoridades de inteligência americanas e britânicas estão particularmente preocupadas com as verdadeiras intenções do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que se recusou a se expor, perante líderes europeus e árabes, ao assinar os acordos de Sharm el-Sheikh. De fato, há temores de que Netanyahu, após a libertação de todos os reféns e a entrega de seus corpos, possa se aproveitar de qualquer pequena resistência do Hamas para retomar sua ofensiva em Gaza. Seu objetivo declarado é erradicar o grupo terrorista pró-iraniano, que já está parcialmente dizimado, mas não totalmente aniquilado. Internamente dividido entre aqueles que buscam a reorganização e os obstinados, mas fortalecido pelo retorno de prisioneiros condenados à prisão perpétua e por prisioneiros libertados por Israel, o Hamas já lançou uma campanha de vingança sangrenta, incluindo execuções sumárias, contra grupos palestinos que escaparam de sua hegemonia durante a ofensiva israelense. Essa disputa interna é facilmente manipulável e pode se transformar numa negação dos acordos de paz recentemente assinados pelo Hamas. Essa constante elevação do risco sempre foi a estratégia preferida de Netanyahu para se manter no poder e, de fato, ele usa a ferocidade do Hamas como desculpa para fortalecer sua posição como primeiro-ministro. O eclipse político de Netanyahu, observam analistas, provavelmente está sendo acelerado pela crescente disposição da atual oposição parlamentar israelense — liderada pelo jornalista de televisão Yair Lapid, ex-primeiro-ministro por cinco meses em 2022 e líder do Partido de Centro — em chegar a acordos com os países árabes. Esses acordos poderiam incluir a expansão da representação da Autoridade Nacional Palestina, estabelecendo, assim, gradualmente, um Estado palestino de pleno direito. Essa possibilidade está absolutamente fora de questão sob Netanyahu. De fato, a repetida e sugestiva referência do presidente Trump a Yair Lapid, durante seu discurso no Knesset, não passou despercebida a ninguém. Historicamente, esta não é a primeira vez que um primeiro-ministro que vence uma guerra perde uma eleição e é substituído. O caso mais notável é o de Winston Churchill, que, nas eleições de 1945, foi derrotado de forma contundente pelo Partido Trabalhista, de Clement Attlee, que obteve uma vitória e uma maioria parlamentar esmagadoras. E, em Israel, uma mudança de governo reavivaria a popularidade de um país que, certa ou erradamente, a intransigência de Netanyahu isolou internacionalmente.   Fonte: O ‘day after’ de Gaza | Monitor Mercantil

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Un angolo d’Italia nel cuore di Rio: inaugurata Piazza Italia

Tra applausi e tricolori, la nuova piazza davanti al Consolato celebra l’amicizia tra Italia e Brasile. Il Console Iacchini protagonista di una cerimonia che profuma di casa. Con una cerimonia tanto elegante quanto sentita, ieri, 11 ottobre 2025, è stata inaugurata Piazza Italia, il nuovo spazio urbano che sorge accanto alla Casa Italia e al Consolato Generale d’Italia a Rio de Janeiro. Un’iniziativa che unisce simbolo e sostanza: rappresentare, nel cuore pulsante della città carioca, la presenza viva e generosa dell’Italia in Brasile. L’evento, curato nei minimi dettagli, ha visto la partecipazione del Console Generale Massimiliano Iacchini, autentico artefice e promotore del progetto di rinnovamento dello spazio pubblico, che insieme al suo staff ha guidato con dedizione ogni fase dei lavori. Tra i collaboratori più attivi, il Dr. Flavio Cenciarelli, che ha seguito da vicino l’andamento dell’opera, assicurandone la qualità e la puntualità del completamento. Alla cerimonia erano presenti rappresentanti del Comune di Rio de Janeiro, politici,  ingegneri, architetti, responsabili della realizzazione, e figure di spicco della comunità italiana. Nell´occasione il ravennate Alessandro Calbucci, campione di beach tennis, è stato insignito dell´onorificenza di Ambasciatore della Diplomazia dello Sport. In un breve ma intenso discorso, il Console Iacchini ha sottolineato l’importanza simbolica di questa nuova piazza: non solo uno spazio architettonico rinnovato, ma un punto d’incontro e di identità, che testimonia il legame secolare e sempre vivo tra Italia e Brasile. “Piazza Italia è un pezzetto del nostro Paese nel cuore di Rio,” ha ricordato Iacchini, tra applausi convinti e commossi. Parole che hanno trovato pieno consenso anche nelle autorità brasiliane presenti, che hanno riconosciuto il valore culturale e umano dell’iniziativa, definendola “un ponte di amicizia che unisce due nazioni sorelle”. La cerimonia si è conclusa in perfetto stile italiano: premiazioni, ringraziamenti e un buffet irresistibile, dai sapori autentici della nostra tradizione gastronomica, preparato con la consueta maestria che distingue la Casa Italia. Molti gli invitati, moltissimi i consensi. Piazza Italia nasce così sotto il segno dell’armonia e della cooperazione, un simbolo tangibile di italianità e apertura, destinato a diventare punto di riferimento per la comunità e per tutti coloro che amano l’Italia. Un plauso speciale va al Console Generale Iacchini, che con efficienza, sensibilità e spirito di iniziativa continua a valorizzare i rapporti tra i due Paesi, rendendo la presenza italiana in Brasile un esempio di diplomazia attiva e cultura condivisa. di Redazione

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Premio internazionale Gennaro Manna

POETI E PITTORI DI TUTTA ITALIA RIUNITI NEL WEB PER L’OMAGGIO A TOCCO CASAURIA D’ABRUZZO . Assegnati i SUPERPREMI e i  PREMI SPECIALI 2025.     La classifica definitiva dei vincitori per le tre tematiche (INFANZIA, INNAMORAMENTO, AMORI IMPOSSIBILI) sara’ resa nota alla fine di ottobre   Il PREMIO INTERNAZIONALE  GENNNARO MANNA in collaborazione con IGRANDIDIALOGHINELWEB, LE ROSSE PERGAMENE, I POETI EBBRI  ANNUNCIA I SUPERPREMI  ED I PREMI SPECIALI  2025 DELL’OMAGGIO A TOCCO CASAURIA PAESE NATIO DELLO SCRITTORE    NEL LUNGO CAMMINO ARTISTICO DELLA KERMESSE ARTISTICA NEL WEB  ANNUNCIATA E ORGANIZZATA  DALLA FIGLIA ANNA MANNA, SCRITTRICE  E CULTURAL PROMOTER, NEL DICEMBRE 2024 a Roma presso l’atelier della FAMOSA PITTRICE E POETESSA  EUGENIA SERAFINI , SI SONO CIMENTATI CON GRANDE SLANCIO E VIVACISSIMA PARTECIPAZIONE I PIU’ BEI NOMI DELLA POESIA E DELLA PITTURA ITALIANA. EUGENIA SERAFINI E’ PRESIDENTE DI GIURIA.   I nomi dei vincitori dei SUPERPREMI con dedica a Gennaro Manna   Il poeta MARIO NARDUCCI  per la poesia dedicata a GENNARO MANNA in coppia con il pittore ELVEZIO SFARRA PER IL DIPINTO “Era scritto”   La poetessa LILIANA BIONDI per la poesia dedicata a TOCCO CASAURIA in coppia con il pittore ANTONIO RAUCO per il dipinto A TOCCO    La coppia DANIELA FABRIZI poetessa e MASSIMO PAPI pittore per i versi ed il dipinto sbocciati dai versi di GENNARO MANNA    SUPERPREMIO “I GRANDI DIALOGHI NEL WEB” 2024-2025   IL POETA CORRADO CALABRO’ E LA PITTRICE GINA MARZIALE con particolare riconoscimento per la splendida partecipazione all’Omaggio a Tocco Casauria ———————————————————————————————————————-     I PITTORI DI SPOLETO PER L’ABRUZZO   PREMIO SPECIALE IL VOLTO E LA POESIA a GIOVANNA GUBBIOTTI  per sanguigna di Mariolina Narducci   PREMIO SPECIALE DIPINTI ISPIRATI DAI POETI DI TOCCO a LAURA BORDI PER POESIA DI LUCIA DE ANGELIS   …………………………………………………………………………………………………………………………………………….   PREMI SPECIALI fuori classifica   PREMIO SPECIALE TUTTA LA VITA IN UNA POESIA A PIERFRANCO BRUNI DIPINTO DI ROSA GIORDANO   PREMIO SPECIALE L’AMORE PER LA MIA GENTE A FRANCESCO COIA POESIA PER I TOCCOLANI    Premi SPECIALI  Il VOLTO E LA POESIA  :   MIGUEL ANGEL ACOSTA LARA per il ritratto ispirato dalla poesia di REGINA RESTA   SILVANA LEONARDI per il RITRATTO  ispirato dai versi di GENNARO MANNA DEDICATI ALLA MADRE    I PREMI SPECIALI  “Versi per una copertina “ vanno a :   FRANCESCO AGRESTI – pittrice  ARIANNA CAPPONI   ANNA MARIA GIANCARLI –pittore MARIO VELOCCI    PREMIO IN RICORDO DI….   FAUSTA GENZIANA LE PIANE PER L’OPERA MISTA DEDICATA ALL’INDIMENTICABILE  POETESSA JOLE CHESSA OLIVARES

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Paulo e Terezinha vivem a emoção de celebrar o casamento de sua filha Beatriz com Pedro.

        Queridos Beatriz e Pedro, parabéns pelo casamento!Portugal – sabado, 4 de outubro, diante de Deus, da família e dos amigos, vocês celebram e consagram uma união que há muito tempo vem sendo construída com amor, respeito e cumplicidade. É uma alegria imensa ver como se completam e como a vida de vocês se entrelaça de forma tão natural e bonita.Parabéns por esse casamento encantador e pela linda história que continuam a escrever juntos. Que a felicidade de hoje se renove em cada amanhecer! A diretoria do jornal

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Award al Sen. Giulio Terzi di Sant’Agata

  Tributato al Sen. Giulio Terzi di Sant’Agata il Federico II Award dal Centro Studi di Palermo In Senato insigniti dell’Augustale federiciano l’Ambasciatore di Romania Gabriela Dancau e il giornalista Stefano Polli               ROMA – Il 29 settembre scorso, nella Sala Nassiriya del Senato, è stato consegnato al Sen. Giulio Terzi di Sant’Agata, Presidente della 4^ Commissione Politiche dell’Unione europea, il Federico II Award 2025, conferitogli dal Centro Studi Federico II di Palermo presieduto da Giuseppe Di Franco. Tributato inoltre all’Ambasciatrice di Romania a Roma, Gabriela Dancau, e al giornalista dell’Ansa Stefano Polli l’artistico Augustale di Federico II.   Il Presidente Di Franco ha così motivato in un breve intervento il conferimento del Premio: “Porgo i miei più cordiali saluti a tutte le personalità, ai diplomatici, ai giornalisti e agli illustri relatori presenti a questa iniziativa di alto livello culturale, che si tiene oggi 29 settembre 2025 presso la sala Caduti di Nassirya del Senato della Repubblica. Nella qualità di Presidente del Centro Studi Federico II, ringrazio particolarmente il Senatore Giulio Terzi di Sant’Agata e l’ambasciatore Gaetano Cortese per avermi invitato a partecipare, insieme a Goffredo Palmerini, Presidente del Comitato Scientifico del Centro Studi, all’evento di questo pomeriggio. Il Centro Studi Federico II, oltre ad essere un’istituzione privata senza fini di lucro, ha tra i suoi scopi quello di promuovere i valori della cultura e del dialogo interculturale e multiculturale, di tolleranza e di apertura al mondo, valori questi senza i quali un multilateralismo, necessario per costruire ponti ideali tra i popoli, non potrebbe esistere né funzionare. La nostra istituzione affronta ogni anno una tematica diversa e si propone di volta in volta il raggiungimento di diversi obiettivi. Quest’anno il Centro Studi ha scelto il tema “Diplomazia e Interconnessione Culturale per la promozione del Soft Power, il fascino della cultura che unisce il mondo”, con un programma di iniziative e progetti inaugurato a Vienna il 27 maggio presso l’Ambasciata d’Italia, con un evento culturale cui ha partecipato l’Ambasciatore Giovanni Pugliese.   La Diplomazia culturale e il Soft Power – ha aggiunto il Presidente Di Franco – sono strumenti strategici in un mondo sempre più interconnesso. L’Italia, con il suo ricco patrimonio culturale, ha un enorme potenziale per esercitarli entrambi. In un’epoca di crescente competizione globale, la cultura può e deve essere una risorsa strategica. La Diplomazia culturale non è un lusso, ma un investimento a lungo termine nella reputazione, nella sicurezza e nella prosperità di un Paese. Concludo questo mio breve intervento con uno spazio che dedico alla consegna del Premio Internazionale Federico II – giunto alla V° edizione, e dell’Augustale, due prestigiose onorificenze che il Centro Studi Federico II assegna ogni anno a Personalità di altissimo livello che si sono distinte per i loro meriti nel campo della diplomazia internazionale, del giornalismo, dell’arte, della cultura, della medicina e della ricerca scientifica. Per il 2025 il Consiglio direttivo ed il Comitato scientifico del Centro Studi hanno deliberato di assegnare il Premio Internazionale Federico II al Sen. Giulio Terzi di Sant’Agata che nella sua funzione istituzionale di Senatore della Repubblica Italiana e durante la sua prestigiosa carriera diplomatica nella qualità di Ambasciatore d’Italia a Tel Aviv, Rappresentante permanente d’Italia presso le Nazioni Unite, Ambasciatore d’Italia a Washington, nonché Ministro degli Affari esteri e della Cooperazione internazionale, con la sua esperienza e professionalità̀ ha dato un eccezionale contributo alla diplomazia e alla cultura italiana a livello internazionale.”   Il Presidente del Centro Studi Giuseppe Di Franco, insieme al Presidente del Comitato scientifico Goffredo Palmerini, hanno quindi consegnato al Sen. Giulio Terzi di Sant’Agata il Federico II Award, consistente in un’artistica statuetta in bronzo massiccio che riproduce l’imperatore Federico II, realizzata dal maestro fonditore Domenico Signorello con il metodo artigianale definito “lavorazione a cera persa”. Il Sen. Terzi di Sant’Agata, in un breve intervento di ringraziamento in cui ha richiamato il valore e l’opera dell’imperatore Federico II, Stupor mundi, ha anche affermato come “…le numerose iniziative del Centro Studi Federico II sono un prezioso contributo al panorama italiano della cultura e della ricerca, nonché occasioni di dialogo e confronto tra diversi mondi, da quello politico a quello dell’arte, da quello del giornalismo a quello diplomatico.”    Subito dopo è seguita la consegna dell’Augustale federiciano – riproducente la moneta aurea fatta coniare da Federico II nel 1231, in occasione del pacifico clima di rinascita seguìto alla pace con gli infedeli e con il pontefice, senza dubbio una delle monete più belle del Medioevo europeo – a Stefano Polli, Vicedirettore dell’agenzia giornalistica ANSA, “Per il notevole contributo reso al servizio giornalistico italiano a livello internazionale e per la sua brillante carriera connotata da grande professionalità”. L’onorificenza dell’Augustale è stata infine tributata all’Ambasciatrice di Romania in Italia, S.E. Gabriela Dancau, “Per lo straordinario impegno diplomatico nel rendere più forti le relazioni tra Romania e Italia, anche attraverso la diplomazia culturale e la diffusione soft power”.   Infine, la consegna all’Ambasciatore Gaetano Cortese del Premio internazionale d’Eccellenza “Città del Galateo – Antonio de Ferrariis” 2025 per la Diplomazia, conferitogli dall’associazione internazionale Verbumlandiart con la seguente motivazione: “Per la carriera diplomatica di altissimo livello, dedicata a consolidare il ruolo dell’Italia nel contesto internazionale, e per l’opera di valorizzazione del patrimonio artistico delle sedi diplomatiche italiane nel mondo quale autore di preziosi volumi.” Alla cerimonia di premiazione, svoltasi il 19 settembre scorso a Gorizia – Capitale europea della Cultura, l’Ambasciatore Cortese non aveva potuto partecipare, perciò delegando Goffredo Palmerini al ritiro del Premio, presente all’evento quale vicepresidente di Verbumlandiart. È stato appunto Palmerini a consegnargli l’artistica Targa del Premio “Città del Galateo” con relativa Pergamena.   La consegna dei prestigiosi riconoscimenti e onorificenze è avvenuta a margine della presentazione dell’ultimo volume “Villa Stolojan – Residenza d’Italia a Bucarest” di Gaetano Cortese, il 55° della splendida Collana dell’editore Carlo Colombo, ideata e curata dallo stesso Ambasciatore Cortese. Un progetto di ampio respiro culturale che da 25 anni è teso a documentare e valorizzare le residenze diplomatiche italiane nel mondo come luoghi di storia,

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Victoria Fante incantata dalla Perdonanza

                L’AQUILA E LA PERDONANZA HANNO AFFASCINATO VICTORIA FANTE Momenti di stupore e grandi emozioni per la figlia del grande scrittore italoamericano   di Goffredo Palmerini   L’AQUILA – L’Aquila e la Perdonanza hanno affascinato Victoria Fante Cohen, figlia del grande scrittore italoamericano John Fante con origini abruzzesi. Da Torricella Peligna, infatti, Nicola Fante, padre dello scrittore, era emigrato negli Stati Uniti per andare a lavorare in Colorado. Proprio a Torricella Peligna da venti anni si tiene il John Fante Festival, ideato e diretto sin dalla fondazione da Giovanna Di Lello, che ne è anima e vestale. Quest’anno la XX edizione del festival, dal 21 al 24 agosto, è stato un successo straordinario, di pubblico e di critica, con presenze prestigiose di scrittori e artisti, ed ha registrato la partecipazione di Victoria e Jim, terza e quarto dei figli di John Fante, essendo scomparsi Nick e Dan.   Victoria aveva espresso il desiderio di visitare L’Aquila e Giovanna Di Lello me ne aveva parlato per tempo. Avevamo concordato le date del 27 e 28 agosto, per assecondare la volontà di Victoria di conoscere la Perdonanza e di assistere al Corteo, alla Messa e al suggestivo rito di apertura della Porta Santa della Basilica di Santa Maria di Collemaggio. Se il pomeriggio del 27 agosto è stato per l’illustre ospite occasione di conoscere alcune delle meraviglie della città capoluogo d’Abruzzo – dal Castello cinquecentesco alla Basilica di San Bernardino, dai palazzi del centro storico con i loro cortili stupendi allo splendore delle quattrocentesche Cancelle, dalle architetture neobarocche della Chiesa di Santa Maria del Suffragio alle suggestive piazze animate di musica con gli eventi di “L’Aquila suona”, la giornata del 28 agosto è stato davvero un tripudio di stupore e di emozioni.   Victoria Fante è rimasta incantata dalla Perdonanza, scoprendo da vicino – alloggio in Palazzo Pica Alfieri, accanto al Palazzo municipale da dove muove il Corteo della Bolla – l’animata e festosa preparazione dei gruppi storici partecipanti alla sfilata. Poi, mentre le spiegavo per sintesi cosa sarebbe successo man mano, raggiungevamo la postazione che il Comune ci aveva riservato davanti la Basilica di Collemaggio. E mentre percorrevamo il viale di Collemaggio, la splendida facciata della basilica è stata per lei una rivelazione di stupefacente bellezza. Victoria, e la famiglia Di Lello, hanno potuto ammirare la magnificente tessitura del Corteo, sia nella parte delle presenze istituzionali e civili che precedeva, sia la caleidoscopica parte in costumi storici, specie dei gruppi aquilani che la sapiente cura della compianta Giovanna Di Matteo ha rigorosamente riportato alle fogge medievali, rilevate da antichi affreschi e dipinti d’epoca.   In coda al Corteo, l’arrivo alla basilica del sindaco dell’Aquila Pierluigi Biondi e la lettura della Bolla Inter Sanctorum Solemnia con la quale Celestino V statuì di concedere la Perdonanza, ossia l’indulgenza plenaria dei peccati commessi sin dal battesimo a tutti coloro che, sinceramente pentiti e confessati, avessero varcato la soglia della Basilica di Collemaggio dai Vespri del 28 agosto fino a quelli del 29. Con Victoria e Giovanna Di Lello siamo quindi entrati in Basilica per assistere alla Messa stazionale, presieduta dal Cardinale Pietro Parolin, Segretario di Stato della Santa Sede. Victoria ha avvertito un moto di commozione per la bellezza del tempio e nel vederlo colmo di persone in raccoglimento. L’hanno colpita i canti del Coro diocesano che hanno animato la Messa, la mitezza del Cardinale Parolin e l’intensità della celebrazione eucaristica. Infine, il lungo processionale di diaconi, sacerdoti, numerosi vescovi e arcivescovi, il Card. Parolin con accanto il Card. Giuseppe Petrocchi, arcivescovo emerito dell’Aquila, e l’arcivescovo metropolita Mons. D’Angelo, approssimarsi alla Porta Santa. Con loro il sindaco dell’Aquila, che ha steso al Card. Parolin il bastone d’ulivo del Getsemani con il quale sono stati battuti i tre colpi per l’apertura della Porta Santa. Ha avuto così avvio la Perdonanza n. 731 da quel 29 agosto 1294 quando Celestino V fu incoronato papa davanti la Basilica, presenti 200mila fedeli e pellegrini, come riportano alcune cronache.   Tutto il rito abbiamo seguìto con Victoria attraverso i maxischermi posti davanti la Basilica, così da non perdere alcun dettaglio della cerimonia, diffusa in diretta televisiva. La Perdonanza ha colpita nel profondo Victoria Fante, nel suo aspetto più personale ed intimo, nell’essenza spirituale insita nel messaggio universale di perdono, di riconciliazione e di pace che Celestino V dona ancor oggi all’umanità intera, quale segno dell’immensa misericordia di Dio. Victoria ha continuato a ringraziare per tutta la serata, per aver potuto vivere questa straordinaria esperienza. La Perdonanza le resterà nel cuore, per sempre. Ha poi aggiunto che l’anno prossimo tornerà a L’Aquila, per conoscere meglio la città e per vivere nuovamente il giubileo aquilano. Le ho chiesto come avesse avuto notizia della Perdonanza e di Celestino. L’immaginavo, aveva avuto qualche riferimento da suo fratello Dan, quando venne la prima volta a L’Aquila nel 2007, come dirò più avanti. Intanto, rientrata a Los Angeles, Victoria ha inviato ieri per email il messaggio che segue.   Caro Goffredo, grazie per il tempo che hai trascorso con noi a L’Aquila e per averci concesso il tuo accesso privilegiato a eventi che abbiamo apprezzato moltissimo. Mentre mi riprendo dal lungo viaggio di ritorno, i miei pensieri sul tempo trascorso insieme sono pieni di occasioni straordinarie che hai permesso a me, Giovanna, Teresa e Leonardo di vivere. La meravigliosa città dell’Aquila, gli eccezionali eventi storici e religiosi cui abbiamo assistito e partecipato sono ricordi che custodirò per sempre. Il tuo generoso tempo nell’ospitarci durante la nostra visita ha creato un’amicizia tra noi che non vedo l’ora di continuare negli anni a venire. Sappi che sono profondamente grata e onorata della tua gentilezza. Non vedo l’ora di incontrarti di nuovo l’anno prossimo a Torricella Peligna per il John Fante Festival. Con i miei più cordiali saluti personali a te e alla tua meravigliosa famiglia.   Victoria Fante Cohen   Dan Fante – secondo figlio di John Fante e anch’egli scrittore, deceduto nel 2015 – l’avevo conosciuto a Los

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La finestra su Roma di Bruno Fulco

di Nulla di nuovo all’orizzonte     Anche se l’estate finisce ufficialmente il 21 settembre, quest’ultimo fine settimana da bollino rosso sulle autostrade ne segna mentalmente la fine. Malgrado i proclami catastrofici su quello che doveva essere la stagione calda, a parte una manciata di giorni di caldo asfissiante si è rivelata abbastanza tiepida tanto che è stata forse la seconda parte di luglio quella con il clima migliore, premiando inaspettatamente chi sceglie per le proprie vacanze le settimane ai margini dell’alta stagione. Una sorta di “evento di chiusura stagionale, è stata la bomba d’acqua che ha appena colpito Milano e ancor più gravemente, le precipitazioni che si sono abbattute copiosamente su tutta la regione Lombarda. I vigili del fuoco sono intervenuti 49 volte nella sola Milano e ben 471 volte in tutta la Lombardia, per allagamenti, alberi caduti o pericolanti. Purtroppo un classico di fine stagione che tuttavia, almeno a Roma e dintorni, lascia ancora la speranza di un ultimo insperato fine settimana sulle coste Laziali per prepararsi lentamente alle stagioni buie. Settembre segna la seconda tappa dell’anno. A gennaio si parte sempre con nuovi progetti ed intenzioni mentre nella pausa estiva ci si resetta per prepararsi al rush finale che porterà alla fine dell’anno. A bocce ferme durante le ferie liberi dalla routine, ci si guarda intorno per scoprire tristemente che il panorama intorno a noi rimane pressoché immutato. La guerra è diventata ormai una presenza quasi normale delle nostre vite, e pur lasciando un alone di estrema tristezza non sconvolge riesce più a sconvolgere le nostre coscienze abituate a conviverci nella quotidianità. È una triste realtà, ma forse meno ipocrita di quanto sembrano le tante proteste fini a sé stesse. È facile infatti protestare, ci fa sentire dalla parte dei buoni e dei giusti, ma nella realtà serve a poco se non a nulla e questo vale per le guerre come per tante altre cose. La vera protesta infatti sta nei gesti, negli atteggiamenti e nelle scelte che si operano nella vita. Più che battersi il petto in pubblico come novelli farisei, è forse più utile esercitare quelli che sono i nostri poteri come parte attiva del sistema, ad esempio come i consumatori quali siamo. Sono tante le aziende che sostengono attivamente il rifornimento delle truppe israeliane, dalle catene di supermercati tra i più noti ai fast food più famosi del mondo, oppure aziende produttrici di hardware e software che noi tutti utilizziamo più o meno comunemente, e tante altre aziende ancora. Ebbene il consumo critico è una forma di boicottaggio che dà risultati reali e temuti da chi ne è oggetto. Liste di prodotti e aziende da boicottare sono facilmente reperibili in rete, così come associazioni che organizzano campagne mirate che ne assicurano l’efficacia. Altrimenti riempire l’aria di proclami urla e parole serve a poco se non a sentirsi fighi e pettinarsi l’anima. Guardando più strettamente in casa nostra la stagione politica alle porte si annuncia sello stesso leitmotiv degli ultimi tempi. Da una parte un governo sempre più incarnato da Giorgia Meloni, che ribatte colpo su colpo gli attacchi di un’opposizione diventata ormai solamente ideologica e priva di costrutto, che si attacca ciecamente ad ogni appiglio compreso il conflitto israeliano -palestinese pur di contestarne l’operato. A tal proposito così si è espressa la premier in un post su Facebook: “Leggo che alcuni esponenti della sinistra – come Bonelli, Fratoianni e compagnia – vorrebbero segnalare il Governo italiano alla Corte Penale Internazionale” ricordando la richiesta di questi a Bruxelles di aprire una procedura di infrazione contro l’Italia e che ora secondo la premier punterebbero: “addirittura a un processo internazionale”, tirando in ballo il conflitto israelo-palestinese “in modo del tutto strumentale, come se perfino questo fosse colpa nostra”. Concludendo poi con quelle che reputa evidenze: “La prima è che, non riuscendo a batterci in patria, la sinistra cerca sempre il soccorso esterno. La seconda è che dell’immagine dell’Italia e della sua reputazione nel mondo, a loro, non importa assolutamente nulla. La terza è che ormai hanno un’unica strategia e speranza: provare a liberarsi degli avversari per via giudiziaria, perché alla via democratica hanno rinunciato da un pezzo. Non riusciranno”. Nei prossimi mesi purtroppo c’è da aspettarsi che il dibattito prosegua su questa linea, senza tentare nemmeno la strada di un apporto costruttivo da parte dell’opposizione di cui il paese avrebbe estremamente bisogno per crescere veramente. Insomma, nulla di nuovo all’orizzonte, il Campionato di calcio è iniziato e il popolo si ubriacherà nuovamente di questo togliendo attenzione alle cose pubbliche. La ruota gira, così è e così sempre sarà. Intanto in attesa della proposta autunnale degli eventi culturali, la capitale propone fino al 21settembre a Palazzo Bonaparte: “Elliott Erwitt. Icons” più di una mostra fotografica, un invito a osservare il mondo con leggerezza, empatia e meraviglia attraverso 80 scatti iconici di un artista capace di cogliere l’anima del Novecento e di trasformare attimi ordinari in immagini indimenticabili.

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Fare cultura parlando di vini

Ronco dei Tassi il Collio della famiglia Coser       Che i vini Friulani si esprimano in bianco come in poche altre parti d’Italia è una certezza, un’altra è che per gli appassionati di questa tipologia il Collio Goriziano sia territorio di assoluto interesse. Terra di radicata cultura contadina, un valore che non si è perso trasmettendosi o in linea diretta di generazione in generazione, oppure rimanendo vivo nel dna di tanti produttori divenuti tali dopo esperienze diverse, ma che hanno sentito il richiamo ad occuparsi di una di propria vigna per trasmettere la propria identità attraverso un proprio vino. Un po’ il percorso di Fabio Coser che condivide con la moglie Daniela un entusiasmo iniziato nel 1989 con l’acquisto di un primo vigneto di 4 ettari all’interno di un podere nel Collio Goriziano, più precisamente nel comune di Cormons. E’ l’inizio di un’azienda oggi sviluppata su un vigneto di 18 ettari tra i 140 e i 200 metri di altitudine, circondati da boschi che completano la proprietà per un totale di 30 e situati nei pressi del Parco naturale di Plessiva. Una realtà condotta a livello familiare grazie anche all’ingresso in Azienda di Matteo ed Enrico figli dei fondatori. Tra le presenze selvatiche dell’habitat naturale che circonda la proprietà anche alcune colonie di Tassi, grandi estimatori di uva matura da cui deriva il nome riferito anche ai “Ronchi” appellativo locale che si richiama alla disposizione tipica dei vigneti in terrazze. In trent’anni Ronco dei Tassi si è ritagliato una fetta di grande consenso e gradimento da parte degli appassionati. Risultati che in genere altre aziende sviluppano in tempi molto più lunghi. Certamente determinanti sono stati i livelli qualitativi raggiunti grazie ad un insieme di fattori tra cui le peculiarità pedoclimatiche del Collio Goriziano. A questo va aggiunto il decisivo contributo dovuto alla filosofia produttiva, rigorosamente volta ai criteri della viticultura sostenibile e ad integrazione di basso impatto con l’ambiente circostante, per ottenere uve di grande qualità vinificate nella maniera più semplice possibile che esprimono nei vini l’essenza del territorio. Ma forse più il fattore più determinante è stata la passione che da sempre ha accompagnato la conduzione di Ronco dei Tassi, la stessa che rivelano le parole di Fabio Coser: Una storia così recente eppure già grandi risultati. Da dove nasce l’idea di Fabio e Daniela di entrare in un mondo che dietro la passione richiede tanto impegno e sacrificio? All’origine di tutto c’è un bel sogno che si è realizzato dando vita alla nostra azienda l’11/11/1989. Diploma di Enologo a Conegliano nel 1975. Due importanti esperienze in qualità di responsabile in due grandi realtà vitivinicole regionali dal 1977 al 1989 e poi, mi fa piacere precisare, il richiamo del sangue e della tradizione tramandatami dai miei due nonni contadini. Una donna forte e tenace al mio fianco, Mia moglie Daniela, che mi ha sempre sostenuto e accompagnato in questa avventura in cui rinunciando al posto sicuro con un ottimo stipendio mi incamminai su una strada che non garantiva nulla di certo, se non la volontà di realizzare un ideale progetto. Un “Amico sogno” condiviso con mia moglie, che si è rivelato capace non solo di farmi coraggio nei momenti più bui, ma anche di dimostrarmi di essere un ideale compagno di viaggi e anche un ottimo consigliere in quelle difficili e contrastanti decisioni che ho dovuto prendere durante tutto il nostro percorso. Nel progetto Ronco dei Tassi, quale sono i rigorosi criteri di conduzione del vigneto alla base della vostra filosofia di coltivazione? Principalmente il rispetto per l’ambiente, che ci ha accolto e che ci ha regalato dei bellissimi momenti e delle grandi soddisfazioni. La grande cura e attenzione per ogni singola pianta, dal suo primo germogliamento al massimo sviluppo. Inerbimento totale con l’eliminazione competa di pesticidi e diserbanti. Una produzione per ceppo limitata e ragionata, in funzione del sito e della varietà, sempre comunque legata e vincolata all’obbiettivo finale: qualità. Quali sono le caratteristiche pedoclimatiche in cui si sviluppano i vostri vini e qual è l’apporto della tipologia del suolo? La prossimità delle Alpi Giulie costituisce un efficace riparo dai venti freddi del nord e la vicinanza della costa adriatica favorisce la persistenza di un microclima mite e temperato. Il mare inoltre, crea un particolare fenomeno di doppia rifrazione solare che va da maggio a settembre, producendo l’effetto di mettere a disposizione delle piante un’enorme quantità di luce, importantissima per la fotosintesi clorofilliana, e per un perfetto sviluppo fogliare vegetativo. I terreni sono costituiti da marne e arenarie stratificate di origine eocenica portate in superficie dai movimenti tettonici per il sollevamento dei fondi marini 50 milioni di anni fa. Queste formazioni rocciose si disgregano facilmente sotto l’azione degli agenti atmosferici, originando un terriccio povero di sostanza organica, ma ricco di sali minerali, che nel volgere di poche stagioni si trasforma in un substrato ideale per la coltivazione della vite. Questo terriccio che prende il nome di “Ponca” è uno degli elementi importanti assieme al microclima, che contribuiscono a creare le caratteristiche organolettiche uniche dei vini prodotti nel nostro Collio. Un amore trasmesso ai figli che oggi lavorano in Azienda. Che sensazione dà lavorare la terra trasmettendo ai propri figli con tutti i valori che spesso oggi si perdono in un mondo che tende sempre più all’industrializzazione? Un enorme gratificazione che arricchisce e completa quel sogno da cui siamo partiti io e mia moglie Daniela. Non è facile pensare di riuscire a trasmettere ai tuoi figli tutto l’amore e la passione per la terra che ti porti dentro. Sono elementi che non si possono misurare. Ma sono certo, con assoluta onestà intellettuale, che Enrico e Matteo siano andati oltre e abbiano raggiunto, con la sensibilità che li contraddistingue, la consapevolezza di quanto sia unico e bello, il lavoro nel nostro mondo vitivinicolo. Tra i vostri vitigni sia autoctoni che internazionali. Qual è quello a cui siete più legati e che vi dà più soddisfazioni e perché? Se mi riferisco ai vitigni storici, da centinaia di anni coltivati

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A Rio de Janeiro trionfa il Columbus International Award

Dalla cultura al business, dall’arte alla solidarietà: l’Italia protagonista al Rio Olympic Golf Course     Hole in one per il COLUMBUS INTERNATIONAL AWARD a Rio de Janeiro   Eccellente accoglienza, orgoglio italiano, momenti di commozione e ampia partecipazione sono stati gli ingredienti che hanno reso la VI edizione del COLUMBUS INTERNATIONLA AWARD di Rio de Janeiro, Brasile, un’edizione indimenticabile. Immaginatevi un contesto incredibilmente bello, una location curata in ogni minimo dettaglio, l’unico campo da golf olimpico al mondo e il più bello di tutto il Brasile, aggiungete uno straordinario cocktail  servito nel corso dell’evento, una maniacale perfezione in qualsiasi angolo del grande campo e aggiungeteci l’amabilità dei partecipanti, dei premiati, degli ospiti premianti e di tutti coloro che sono stati coinvolti in questa incredibile avventura: benvenuti al Rio Olympic Golf Course di Rio de Janeiro. Un vero successo internazionale che, dopo quello di Miami nel novembre 2024 presso l’importante Istituto Marangoni Miami (Florida, USA) e al Senato della Repubblica nel 2023 a Roma, ha ancor più confermato l’importanza e la portata mondiale del prestigioso premio dedicato all’eccellenza Cristoforo Colombo. Il COLUMBUS INTERNATIONAL AWARD – Rio de Janeiro Edition 2025 ha avuto inzio alle ore 16:30 e ha destato molta curiosità intrisa di fierezza italiana. Gli ospiti e gli invitati hanno apprezzato anche la cura per il dettaglio e la gestione ben coordinata. Il COLUMBUS INTERNATIONAL AWARD è il premio dedicato a personalità, aziende ed associazioni che si sono distinte, ciascuno nel proprio campo,  per aver diffuso e/o tutelato la cultura italiana e l’italianità. All’evento internazionale, iniziato alle ore 16:30 con la sigla e i saluti dell’ideatore, fondatore e organizzatore Dott. Massimiliano Ferrara, presidente di Fondazione ITALY e coordinatore di UNITED International Media Partners, sono accorsi eccellenti ospiti e un folto pubblico, entusiasta sia dell’organizzazione sia della location. L’evento è stato realizzato in collaborazione con Rio Olympic Golf Course, ITALIAMIGA, FERRARA events & communication, UNITED International Media Partners e Agostino Branca – Creazioni  in Ceramica. Ferrara ha sottolineato in apertura il suo personale e sincero ringraziamento al CEO del Rio Olympic Golf Course, dott. Carlos Favoreto, per la straordinaria ospitalità riservata al COLUMBUS INTERNATIONALAWRAD – Rio de Janeiro Edition 2025 e per aver prontamente aderito con entusiasmo all’iniziativa, ponendo fiducia all’evento. Cenni sulla massiccia migrazione in terra brasiliana tra il 1870 e il 1960 con oltre un milione e mezzo di italiani. Oggi il Brasile conta la maggiore comunità al mondo con oltre 35 milioni di italo-brasiliani, ovvero discendenti di italiani. Un sentito grazie, per il fattivo aiuto e l’impagabile lavoro svolto, al Dott. Edoardo Pacelli e all’Avv. Santino Ceraldi, che spinti esclusivamente dall’amore per l’Italia e senza nessun altro tipo di interesse, hanno saputo gestire in loco le varie e ampie esigenze organizzative. Grazie a Giuliana Mussoi che, nel corso dell’evento, ha ben gestito le traduzioni e sintetizzato i contenuti. Anche per questa edizione, ben 29 i Media Partners Internazionali, tutti italofoni, che non hanno voluto far mancare il loro contributo a questo importante appuntamento legato alla cultura, all’eccellenza e al Made in Italy. Tutto è reso possibile grazie anche al fattivo aiuto di UNITED International Media Partners, Canale Internazionale di Comunicazione e Informazione, di cui fanno orgogliosamente parte: Radio WGBB Long Island (America), Il Marco Polo (Canada), Musicalissima (Argentina), Radio La Luna (Argentina), Italian’s News Radio (America), Hola mi Gente – Ciao Amici Radio Vaticana (Stato del Vaticano), Gazzetta italo brasiliana (Brasile), Christopher Magazine (America), Italia Informa, La Voce (Canada), La Voce d’Italia (Spagna/Venezuela), Radio Internazionale Genk (Belgio), Radio Blu Italia (Australia), Radio TV Chin (Canada), Italia Report USA (America), The Hearth of Showbusiness (America), The Wiseguyz Show (America), Allora! (Australia), Corriere Canadese (Canada),  ASIB – Associazione Stampa Italiana in Brasile, Radio Italia Africa (Africa), Radio MIR (Belgio), Italian American Radio (America), Italian’s News (America), il Newyorkese (America), Grandangolare (Canada), CP Cambrige (Inghilterra), Ciao Magazine (Inghilterra) e Italian Roots TV (America). Come ormai da tradizione i nomi della rosa dei prescelti è stata svelata solo al momento della premiazione. Anche per questa edizione, quattro le sezioni premio: Amazing, riservato alle persone, Excellence, riservato alle aziende, istituzioni e associazioni, Media Operator, riservato agli operatori della comunicazione, e Community Service, per coloro che quotidianamente si mettono a disposizione della comunità italiana in loco. Al solito non sono mancate le sorprese e le emozioni. Il COLUMBUS INTERNATIONAL AWARD – Rio de Janeiro Edition 2025 è stato trasmesso in diretta streaming e si possono rivivere le emozioni cliccando sul seguente link: https://youtu.be/81pvlMuFGlc. Passiamo alla rassegna dei premiati, di coloro che sono stati scelti per la Rio de Janeiro Edition 2025 che, oltre all’Attestato Premio in carta pergamena con intestazione singola e motivazione del premio, potranno mostrare con orgoglio il bellissimo e personalizzato piatto artigianale in ceramica, naturalmente Made in Italy, realizzato dalle sapienti mani del Maestro Agostino Branca di Bottega Branca – Creaioni in Ceramica. Il primo a essere chiamato per la Sezione Amazing è stata un’illustre figura, una persona nota in tutto il Brasile per la sua instancabile attività, un servitore, un uomo di ampia cultura e dalle mille risorse . Stiamo parlando del Presidente di UNITALIA, il Senatore Ney Suassuna, premiato con la motivazione: Per la determinazione nel rivalutare e riunire le famiglie italiane e di origine italiana di Rio de Janeiro e per essere stato un esempio di abnegazione e di eccellenza per la tutela e la diffusione della cultura italiana. Il premio gli è stato conferito direttamente dal Presidente Ferrara. Per il Senatore Ney Suassuna una graditissima sorpresa fatta giungere direttamente dall’Italia: gli è stata consegnata anche un’importantissima targa arrivata direttamente dalla Regione Liguria, terra natia di Cristoforo Colombo, a firma del Presidente Marco Bucci. Ancora un’eccellenza, un visionario, un imprenditore che con lo stesso spirito di Cristoforo Colombo si è spinto dove altri non sognavano di farlo, ha visto quando altri erano ciechi, ha trasformato una visione, un sogno in un’eccellente realtà, una realtà unica nel suo genere, una sfida come tante nella vita anzi lo è la vita stessa: Dott. Carlos Favoreto. Il più bel

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A Friburgo il “Premio Consolato 2025”

28/07/2025 19:39   FRIBURGO\ aise\ – Si è svolta nei giorni scorsi la quarta edizione del Premio Consolato, riconoscimento che il Consolato italiano a Friburgo dedica a ragazze e ragazzi dei ginnasi tedeschi che si distinguono nello studio della lingua italiana. Ospitata nella sede del Regierungspräsidium Freiburg, la cerimonia di premiazione è stata introdotta da un saluto da parte del Vicepresidente del Regierungspräsidium Klemens Ficht, il quale ha ribadito come lo studio della lingua italiana in Germania sia una diretta conseguenza dello stretto legame che unisce i nostri due Paesi. La Console Francesca Toninato ha invece sottolineato il legame profondo tra scuola, sport e diplomazia: disciplina, dedizione, sacrificio, empatia e rispetto verso gli altri – ha detto – sono valori comuni e fondamentali che devono guidare in ognuno di questi ambiti. Dopo l’intervento del Direttore dell’Istituto Italiano di Cultura di Stoccarda Giuseppe Restuccia, della referente per l’italiano nei Ginnasi Birgit Kienzle e della Dirigente scolastica presso il Consolato Concetta Matassa, ha preso parola Andrea Lanfri, ex atleta paralimpico e primo alpinista pluriamputato ad aver scalato l’Everest, che ha emozionato il pubblico con la sua incredibile storia di resilienza e rivincita. Il Consolato ha premiato le ragazze e i ragazzi, esortando loro a perseguire i propri obiettivi e, utilizzando le parole di Andrea Lanfri, ricordando che in qualsiasi sfida o prova che la vita ci pone dinanzi “i veri limiti da superare sono quelli mentali”. (aise) 

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